EUA EXPORTAM DOENÇAS VENÉREAS PARA A GUATEMALA
(As doenças IBOPE e DATA FOLHA)
Laerte Braga
O jornal ESTADO DE SÃO PAULO, extrema-direita, noticiou que o governo do presidente Barack Obama está pedindo desculpas ao governo e ao povo da Guatemala por experiências médicas realizadas em guatemaltecos nos anos 40, no século passado.
A agência ASSOCIATED PRESS, que é deles, divulgou que o governo dos EUA financiou um “experimento em que presidiários eram deliberadamente infectados com sífilis e blenorragia”. O objetivo era testar os efeitos da penicilina no ataque a essas doenças.
A experiência durou de 1946 a 1948 e contou com a colaboração do governo da Guatemala. Os presidiários infectados não foram notificados do que estava acontecendo.
Obama se disse “ultrajado” pelos fatos e que isso é “chocante, trágico, repreensível”.
A descoberta foi feita por uma professora norte-americana do Wellesley College
O “cientista” dos EUA envolvido na experiência com presidiários guatemaltecos tomou parte também no projeto TUSKEGEE. Entre 1932 e 1972 seiscentos negros do estado do Alabama eram “acompanhados” para determinar a os efeitos da doença, sífilis, sem que se lhes fosse prestada qualquer assistência e sem que soubessem que estavam sendo submetidos a uma experiência.
O projeto foi classificado de “infame” quando trazido a público.
Na Guatemala seiscentos e noventa e seis homens e mulheres foram expostos à sífilis e a blenorragia através de visitas de prostitutas à cadeia, ou inoculação direta. A informação é da historiadora Susan Reverby. A descoberta foi feita quando a professora pesquisava os registros médicos de John Cutler. Cuttler foi um importante funcionário do setor de saúde do governo dos EUA em mais de quarenta anos de atividades.
Em 1954 o governo dos Estados Unidos, o presidente era Dwight Eisenhower, derrubou o presidente da Guatemala Jacob Arbenz que se opunha à presença dos norte-americanos em seu país, adotou políticas nacionalistas e enfrentou empresas e grupos norte-americanos. À época a Guatemala mergulhou numa guerra civil que matou pelo menos duzentas mil pessoas.
O governo do Irã denunciou ao mundo que um vírus de computador, nova modalidade de terrorismo, se espalhou por dezenas de milhares de computadores no país, sem que tivesse sido percebido. Considerado o mais perigoso dentre todos os vírus já criados, o STUXNET, tinha o objetivo de atingir a principal usina nuclear do Irã, paralisando suas atividades, embaralhando e eliminando dados.
O governo do Irã anunciou a prisão de vários “espiões nucleares” e especialistas europeus consideram o vírus o mais mortal de todos já divulgados na internet, registrando um novo tipo de ação terrorista. A cibernética.
O STUXNET é usado por empresas norte-americanas para espionar concorrentes, roubar dados e eliminar perigos potenciais aos seus produtos. Não se sabe onde e por quem foi criado.
Um relatório da empresa de segurança SYMANTEC aponta vulnerabilidades do Windows em relação ao vírus e na opinião do analista alemão Ralph Langner, o primeiro a alertar para o ataque, “existem indícios que esse vírus seja de fato uma sabotagem intencionada, a cargo de uma organização poderosa”.
Falando ao site do jornal FOLHA DE SÃO PAULO, o UOL, o analista alemão disse que o ataque tinha como alvo principal a usina de Busherhr no Irã. Na opinião do analista iremos “presenciar atividades de hackers, crime organizado e ciberterrorismo, em nova dimensão”.
O governo do Irã através de nota oficial se diz preparado para esse tipo de ataque, que prisões de responsáveis dentro do país por facilitar a propagação do vírus já foram feitas e que não há dúvidas que por trás de tudo isso estão Estados Unidos e Israel.
Quem acredita que Drácula mora na Transilvânia se equivoca. O conde vive entre Washington, Wall Street e Tel Aviv. Onde armazena o sangue sugado a outros povos no resto do mundo.
IBOPE e DATA FOLHA foram plantados no Brasil a partir de interesses de elites políticas e econômicas subordinadas a EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A.
Não têm o menor pudor em mentir, em si já são mentiras.
Confirmam a frase de Ulisses Guimarães – “a margem de erro das pesquisas é a margem de lucro dos institutos” –.
A perspectiva que o Brasil se torne em médio prazo uma das cinco maiores potências do mundo é aterrorizadora para o núcleo de terror que EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A representam.
São braços do conde através de lacaios do esquema JORNAL NACIONAL, ou FIESP/DASLU.
A idéia que o Irã possa contrapor-se ao terrorismo sionista que saqueia, rouba, tortura, estupra e mata no Oriente Médio, palestinos acima de tudo, não agrada aos “libertadores”.
Gostam do esporte de matar.
Os brasileiros decidem amanhã se o País avança ou se retrocede, cai de quatro e como o chanceler de FHC, Celso Láfer, ao desembarcar em New York. Coloca as mãos na parede, abre as pernas, depois de ter tirado os sapatos e se deixa revistar.
A extrema-direita no Brasil joga com dois vírus. José Arruda Serra e Marina Natura da Silva. E algo como sub vírus em alguns estados da Federação.
São difundidos através da mídia privada, de institutos de pesquisa venais (uma pesquisa feita pelo DATA FOLHA teve a divulgação proibida no Paraná. A quadrilha não incluiu o nome de um dos candidatos e isso deformou os resultados finais do “levantamento de intenções de votos). A proibição foi do TSE, sabidamente contaminado pelo vírus FIESP/DASLU em sua maioria.
A fraude foi tão grande que não teve jeito.
Mídia privada é por si só um vírus.
A exportação vai muito além de sífilis e blenorragia. Hoje exportam tecnologia terrorista para alimentar os bancos de sangue de Drácula.
E são vários os filhotes de Drácula. Desde grandes empresas petrolíferas, fabricantes de armas, forças armadas terceirizadas, banqueiros, latifundiários espalhados pela América Latina, tudo numa escala de hierarquia que nem mesmo o melhor autor de ficção consegue imaginar.
A bem da verdade, em tempos como os que vivemos, Drácula deixou de ser um vampiro e virou complexo vampiresco.
Asiáticos, africanos e latino-americanos todos já fomos vítimas de experiências como a da Guatemala em variados espectros. São inúmeros os medicamentos liberados em países como o nosso e só depois então de algum tempo sendo experimentados são colocados a venda no mercado norte-americano.
Na guerra do Vietnã os prisioneiros feitos pelos EUA recebiam o vírus da hepatite C e eram obrigados a uma série de exercícios. O objetivo? Tentar achar uma vacina.
Mengele morreu em São Paulo. Fez escola. Aqui, no tucanato, na mídia privada, no latifúndio. No resto do mundo transferiu-se da Transilvânia para Berlim, em seguida para Washington/Wall Street e hoje opera também em Tel Aviv.
Haja sangue para sustentar essa horda de vampiros.
BLOG VOLTADO PARA A INTEGRAÇÃO LATINO AMERICANA, A DISCUSSÃO E O DEBATE SOBRE O BRASIL QUE QUEREMOS, ARTIGOS, COMENTÁRIOS DIÁRIOS SOBRE ESSES ASSUNTOS. A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO POPULAR NO PROCESSO POLÍTICO, A LUTA POR TRANSFORMAÇÕES ESTRUTURAIS. SE SOMOS A BASE DA PIRÂMIDE NOS CABE O DIREITO LEGÍTIMO DE DEFINIR O QUE VAMOS CARREGAR. VAMOS DISCUTIR E DEBATER, POIS JUNTOS SOMOS FORTES
Drogas Uma Guerra Perdida? Para que esta realidade sujeita a todos nós tenha fim ou redução Assista
A Primeira condição para se mudar a realidade é conhece-la - Eduardo Galeano. -' Só a Participação Cidada é Capaz de Mudar o paí'. Betinho . Não fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO COMPAIXÃO E Cidadania que agora abraçamos e divulgamos sugerindo a todos repetir o feito.
sábado, 2 de outubro de 2010
Sucessor de Lula herdará 'moeda mais valorizada do mundo', diz WSJ
Sucessor de Lula herdará 'moeda mais valorizada do mundo', diz WSJ
"Lula"
Uma reportagem publicada neste sábado no site do jornal americano Wall Street Journal afirma que o sucessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai herdar a moeda "mais valorizada do mundo".
"Época de eleições no Brasil costumava ser de preocupações sobre se a moeda nacional, historicamente fraca, iria desabar", escreve o jornalista John Lyons no site do Wall Street Journal.
"Desta vez, as autoridades estão enfrentando um problema diferente: a moeda está tão forte que eles temem que isso vai prejudicar o boom da economia do país, liderado pelas exportações."
O jornal americano destaca que desde o final do ano
http://especiais.br.msn.com/noticias/eleicoes-2010/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=25801408
Crime Lesa Humanidade - EUA se desculpa por invectar prisoneiros para experimento
Golpistas, invasores, saqueadores, torturadores,
assassinos.
A essas especialidades soma-se a de crimes contra
a humanidade.
Leiam a notícia abaixo e vejam quem se julga moralmente
autorizado a criticar os comunistas.
---
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.
01 de outubro de 2010
EUA se desculpam por experimento
com sífilis na Guatemala nos anos 40
Governo americano financiou experimento em que presidiários eram deliberadamente infectados
Associated Press - AP
Cientistas americanos infectaram deliberadamente com sífilis prisioneiros e pacientes de um hospital psiquiátrico da Guatemala há 60 anos, um experimento que recentemente foi redescoberto e que levou autoridades dos Estados Unidos a se declararem ultrajadas por essa "pesquisa repreensível".
Dois membros do ministério do governo Obama desculparam-se com o governo guatemalteco, e o secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que Obama telefonará pessoalmente para o presidente da Guatemala, Alvaro Colón. Gibbs declarou que o experimento foi" chocante, trágico, repreensível".
O pesquisador do governo envolvido no estudo guatemalteco também tomou parte no infame experimento de Tuskegee, no qual cientistas acompanharam, de 1932 a 1972, 600 negros do Alabama que tinham sífilis, sem jamais oferecer-lhes tratamento.
Atualmente, regras rígidas determinam que é antiético fazer experimentos em seres humanos sem consentimento, e requerem medidas especiais quando a experiência envolve populações vulneráveis, como presidiários. tais regras não existiam nos anos 40.
O governo dos EUA encomendou duas investigações independentes para descobrir o que exatamente ocorreu na Guatemala.
Embora infectar pessoas com doenças deliberadamente seja considerado um ato abominável atualmente, o experimento na Guatemala não representa o único exemplo do que o diretor dos Institutos Nacionais de saúde (NIH) dos EUA, Francis Collins, chama de "capítulo negro da história da medicina".
Quarenta experimentos de infecção deliberada foram conduzidos nos EUA no mesmo período, afirmou ele.
Na Guatemala, 696 homens e mulheres foram expostos à sífilis ou gonorreia, por meio de visitas de prostitutas à cadeia ou por inoculação direta, informa a historiadora Susan Reverby. Os infectados receberam penicilina, mas não está claro quantos foram tratados com sucesso.
Ela diz que os EUA tinham autorização do governo da Guatemala para realizar o estudo, mas que os "voluntários" não eram informados. A historiadora fez a descoberta ao pesquisar os registros de John Cutler, um importante médico do governo americano nos anos 40, durante um levantamento sobre o caso Tuskegee.
A revelação dos abusos médicos é apenas o mais recente capítulo da conturbada relação dos EUA com a Guatemala. Em 1954, o governo americano ajudou a derrubar o presidente democraticamente eleito Jacobo Arbenz, lançando o país numa sangrenta guerra civil que só terminou em 1996 e matou 200.000 pessoas.
O governo dos EUA financiou o experimento, que durou de 1946 a 1948, e que foi descoberto por uma historiadora do Wellesley College. A experiência foi realizada, aparentemente, para determinar se a penicilina seria útil contra doenças sexualmente transmissíveis. Não produziu nenhum resultado útil e ficou escondida por décadas.
O pesquisador do governo envolvido no estudo guatemalteco também tomou parte no infame experimento de Tuskegee, no qual cientistas acompanharam, de 1932 a 1972, 600 negros do Alabama que tinham sífilis, sem jamais oferecer-lhes tratamento.
Atualmente, regras rígidas determinam que é antiético fazer experimentos em seres humanos sem consentimento, e requerem medidas especiais quando a experiência envolve populações vulneráveis, como presidiários. tais regras não existiam nos anos 40.
O governo dos EUA encomendou duas investigações independentes para descobrir o que exatamente ocorreu na Guatemala.
Embora infectar pessoas com doenças deliberadamente seja considerado um ato abominável atualmente, o experimento na Guatemala não representa o único exemplo do que o diretor dos Institutos Nacionais de saúde (NIH) dos EUA, Francis Collins, chama de "capítulo negro da história da medicina".
Quarenta experimentos de infecção deliberada foram conduzidos nos EUA no mesmo período, afirmou ele.
Na Guatemala, 696 homens e mulheres foram expostos à sífilis ou gonorreia, por meio de visitas de prostitutas à cadeia ou por inoculação direta, informa a historiadora Susan Reverby. Os infectados receberam penicilina, mas não está claro quantos foram tratados com sucesso.
Ela diz que os EUA tinham autorização do governo da Guatemala para realizar o estudo, mas que os "voluntários" não eram informados. A historiadora fez a descoberta ao pesquisar os registros de John Cutler, um importante médico do governo americano nos anos 40, durante um levantamento sobre o caso Tuskegee.
A revelação dos abusos médicos é apenas o mais recente capítulo da conturbada relação dos EUA com a Guatemala. Em 1954, o governo americano ajudou a derrubar o presidente democraticamente eleito Jacobo Arbenz, lançando o país numa sangrenta guerra civil que só terminou em 1996 e matou 200.000 pessoas.
As Mãos Limpas dos Tucanos e a ECO- pitada apoiadora Marina
Olha a DEMOcracia tucana que a Marina tá apoiando aí, genteeee!
Que os que são de luta não relute: A luta é Dilma no primeiro turno.
AS MAOS LIMPAS DOS TUCANOS
Enviado por Francisco Marcos Lopes Cavalcanti
as mão limpas dos tucanos
Governo do MS nega ter negociado com a Planam
Líder do PT diz que Serra tem que ser o primeiro a depor na CPI
Castagnaro diz que ajudou a montar TV de senador tucano em SC
Portaria torna obrigatório pregão para compras públicas
STF libera instalação de CPIs contra Alckmin
Sindicatos recorrem de censura do TSE à Revista do Brasil
DNER leva FHC e ACM a trocarem farpas
Lista mostra que Aécio teria recebido recursos de Valério
Saiba quais são as ações do Governo Lula no caso das "sanguessugas"
"Vou desmontar toda esta mentira", diz senadora Serys
Sanguessugas: prefeitos do PSDB e do PFL lideram lista divulgada pela CGU
Irmão de Celso Daniel faz acordo com Dirceu e processo é encerrado
Humberto Costa reage; dono da Planan não citou o ex-ministro, diz advogado
Para Berzoini, Serra é poupado no caso sanguessuga
ACM: Caixa 2 foi ordem de FHC
P36, marca trágica da Petrobrás
O dossiê Eduardo Jorge
PF prende irmão de prefeito tucano; ambos são acusados de mandar matar fiscais em Unaí
O golpe do senador
STF autoriza ação contra 15 deputados
Cientista da UnB contesta Veja e nega que tenha dado entrevista
Tesoureiro diz à PF que Valério cobrou Azeredo
Dr. Rosinha: Do cérebro fascista de Bornhausen, tudo é possível
Fui atingido sem ter nenhuma relação, nem com a causa nem com o efeito
MPE encaminha investigação contra Geraldo Alckmin por suposto uso irregular de verbas
Liminar do TRF livra José Guimarães de processo no Ceará
Ministro paga R$ 4.9 mi para elogiar FHC
Sérgio Mota: Papéis de contrato suspeito somem do TCE
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A propina foi paga
Sombra no tucanato: Ex-sócio de Serra representou espanhóis em leilão
Petros diz que diretoria, "aparentemente", não sabia estar vendendo prédios a Ricardo Sérgio
Lista de Furnas: Aparece o original
Denúncia da Veja não tem sustentação científica
CPI dos Bingos confirmou sabedoria parlamentar: "criou pernas e perdeu a cabeça"
Assembléia de SP convoca responsáveis por publicidade do banco Nossa Caixa
A volta do Escândalo de Furnas
Delegado começa a ouvir envolvidos no azeredoduto
CDHU omite anúncio em revista de tucano
Era FHC: Governistas criam três CPIs para barrar a da corrupção
Criada CPI dos Sanguessugas para investigar o esquema montado na gestão Serra
SUS vê irregularidades em hospital administrado por deputado do PSDB mineiro
TCU considera regular aquisição de carteira do BMG pela Caixa
STF notifica Lula por ofensa supostamente dirigida a Diogo Mainardi
Lista de Furnas: Confirmada assinatura de ex-diretor de Furnas
Quatro artigos: caso Daslu
PF vai ouvir 80 pessoas sobre caixa dois tucano
Governo não teme investigação, responde Tarso a Alckmin
Nota da UNE: ACM, a voz das trevas
Henrique Fontana anuncia processo contra ACM
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Caso Cícero (PSDB-PB): Tribunal de Contas vê “conluio para rateio de verba”
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CGU: nova quadrilha é suspeita de agir na saúde
CGU vê fraudes em 77 pct das prefeituras
PFL denuncia: “Houve corrupção no governo Alckmin”
Governo do Pará não esclarece gastos com propaganda
Agentes penitenciários em greve denunciam caos na Segurança Pública
PF: indícios de ‘clube da propina’ em estatais. Dimas Toledo é investigado
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Procurador-geral inocenta Lula e afirma que acusação é política
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PF prende filho de deputado estadual tucano suspeito de desvio de verbas do SUS
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PT desafia o PMDB a apoiar investigação contra André Puccinelli
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Venezuela
A Venezuela bolivariana em novo cenário
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admin
– 27/09/2010Posted in: Capa
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Por Júlio Fermin
Ainda antes de se realizarem as eleições para a Assembleia Nacional da Venezuela, quase todos os analistas políticas concordavam sobre sua importância. Estava certo, também que o resultado seria um parlamento mais plural
Nas eleições legislativas anteriores, realizadas em 2005, a oposição retirou-se, argumentando suposta falta de garantias democráticas. Mais tarde, os opositores reconheceram que foi um grave erro político, devido ao qual se autoexcluíram do que é, em qualquer país, o cenário principal do debate político.
Além disso, as eleições do domingo (26/9) romperam também o paradigma dos processos eleitorais que tradicionalmente não mobilizam a cidadania. Pela segunda vez, ocorreram separadas do pleito presidencial. Na ocasião anterior, em 2005, apenas 25,26% dos eleitores compareceram.
Desta vez, estavam convocados 17 milhões de venezuelanos e venezuelanas. A participação foi maciça, um índice superior a 65%. Ainda que distante dos processos eleitorais dos anos 1960 a 1980, quando a participação superava os 90%, o número é expressivo. Nos últimos onze anos de processo bolivariano, o sistema eleitoral teve de suportar duros ataques e questionamentos da oposição, que repercutiram na participação do eleitorado.
São inúmeros os testemunos de observadores nacionais e internacionais em favor do sistema eleitoral venezuelano, considerado um dos mais avançados do mundo. Em parte, devido a sua automatização, próxima de 100%, mas também graças à participção de milhares de pessoas, tanto das organizações políticas quanto dos meios de informação, funcionários de todos os poderes, incluindo o organizmo eleitoral. Além disso, deve-se levar em conta a participação cidadã, já que os coordenadores de centros eleitorais e membros das mesas coleta dos votos são cidadãos escolhidos por sorteio, antes de cada processo eleitoral.
O que estava em jogo para as forças da Revolução bolivariana
Nestas eleições, elegeram-se 165 deputados e deputadas, numa eleição que combinou disputa nominal e por lista. Ou seja, elegeram-se deputados por nome e sobrenome nas 87 circunscrições eleitorais, enquanto outro grupo foi escolhido por partido ou organização política, de forma proporcional à população da zona eleitoral. Também foram eleitos deputados ao parlamento latinoamericano y representantes indígenas para a Assembleia Nacional.
Ela é um órgão fundamental no sistema democrático venezuelano. Entre suas funções principais encontram-se, além de exercer controle sobre o Executivo, eleger e designar os magistrados que integram o Tribunal Supromo de Justiça (TSJ); dos dirigentes do Conselho Nacional Eleitoral; e dos membros do Poder Cidadão: Defensor do Povo, Controlador Geral da República e Fiscal Geral da República.
No entanto, nesta eleição as metas das forças políticas em disputa iam além de obter maioria.
O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), em aliança com o Partido Comunista (PCV), tinha como ponto de honra alcançar a maioria qualificada. Ou seja, um mínimo de 110 deputados e deputadas (2/3 do total), que lhe permitiriam, entre outras coisas, remover magistrados do TSJ; nomear os membros do Poder Eleitoral e Poder Cidadão; convocar uma Assembleia Nacional Constituinte e promover reformas constitucionais. Também se exigem pelo menos 99 deputados (3/5 do total) para aprovar um voto de censura ao vice-presidente e votar as Leis Orgânicas.
O avanço da oposição
De sua parte, a oposição, qualquer que fosse o resultado, obteria representação no palco tradicional para o debate político do país.
Para esta eleição, os distintos partidos opositores, que separados não superam 10% das intenções de voto, propuseram-se alcançar a “unidade perfeita” não obtida em processos anteriores. Para tanto, formaram uma frente, denominda Mesa de Unidade Democrática (MUD). Escolheram candidatos únicos para cada zona eleitoral – embora cada partido disputasse por sua própria legenda o voto proporcional.
Não se pode deixar de destacar este fato, que significa algo mais que mera estratégia eleitoral. Por um lado, a oposição “assume a institucionalidade”, ou seja, reconhece a legitimidade do sistema político venezuelano e valida o sistema eleitoral, que em outras ocasiões procurou desqualificar. Assume, ao mesmo tempo, a condição de porta-voz de setores da população que nutrem certo descontentamento com as políticas do governo. Mas este fato pode ter efeito positivo sobre a qualidade do debate político e o exercício de controle social sobre as políticas públicas.
Ainda que esta fato não tenha diso destacado no processo, a maior parte dos governadores e prefeitos compreendeu a necessidade de orientar suas políticas, de maneira prioritária, para a inclusão social dos setores mais pobres, assim como debater prioritariamente temas como alimentação, educação e saúde. Ao fazê-lo, alinharam-se de algum modo com as políticas do Executivo. Neste processo, muitos dos governantes estaduais e municipais participaram ativamente na campanha, na condição de militantes partidários, ainda que criticassem a participação do presidente Chávez, presidente do PSUV.
Tendências e resultados
Com grande atraso, após as 2 da madrugada de 27 de setembro, o Conselho Nacional Eleitoral anunciou os primeiros resultados, que dão 91 deputados ao PSUV (muito menos que o partido esperado), 59 à oposição (também menos que o esperado) e 2 deputados para o Partido Pátria para Todos (PPT). Em consequência, será preciso chegar a acordos, para aprovar leis orgânicas e produzir outras decisões.
Ao observar os resultados totais, haverá duas maneiras de analisá-los: a) o PSUV ganhou em 18 estados; b) A oposição obteve 52% dos votos totais. A realidade é que o PSUV já não terá a maioria absoluta. A votação para o Parlamento Latinoamericano resultou em 43% de votos para o PSUV e 45% para a MUD.
Os resultados confirmam uma tendência que vem se desenvolvento nas eleições desde 2007.
O eleitorado comporta-se de maneira distinta quando está em jogo a figura presidencial. Nos pleitos que envolvem referendo revogatório de mandatos, eleição presidencial, ou a emenda recente que permite a reeleição contínua, os venezuelanos participam maciçamente e cerca de 60% posicionam-se ao lado de Chávez. Já nas eleições parlamentares, de governadores, prefeitos, etc, a situação muda e a tendência é mais dispersa.
Este fenômeno configura-se de maneira clara a partir de 2007. Nesta eleição, como se recorda, as forças políticas que apoiam o presidente Chávez propuseram a Reforma Constitucional e perderam pela primeira vez nas urnas, por uma margem muito estreita (inferior a 1%).
Já no ano seguinte, nas eleições para governadores, prefeitos e conselhos legislativos regionais, a aliança vermelha continuou obtendo a maioria da votação nacional – mas os números começaram a se reverter em favor da oposição. No Distrito Federal e nos Estados de Zulia, Miranda, Lara, Carabobo, Anzoátegui e Táchira – onde estão as cidades mais populosas – foram eleitas autoridades de organizações opositoras.
Agora, o PSUV recuperou-se no Distrito Federal, Lara e Carabobo, obtendo a maioria dos postos em disputa. No entanto, em outros casos a tendência repetiu-se ou se ampliou. Por exemplo, em Zulia a oposição elegeu 13 deputados, de 15 possíveis.
Por um lado, assim a oposição tende à convergência, que se concretizou na Mesa de Unidade Democrática. Já as forças políticas da revolução bolivariana têm se dispersado, à medida em que o tempo passa. A Assembleia eleita em 2005 era 100% favorável ao processo político impulsionado por Chávez. Agora, o PSUV só mantém o apoio do Partido Comunista da Venezuela. Sua divisão mais recente é a fundação do PPT, que aposta na despolarização e quer se converter no fiel da balança.
Por fim, o governo bolivariano, apesar das debilidades e erros da oposição, está sempre sabotando a si mesmo. Sofre a falta de eficiência e eficácia na gestão pública, como demonstrou a escassez de energia elétrica. Embora poucos, os casos conhecidos de corrupção administrativa foram muito significativos – como o que se deu na empresa estatal de produção e distribuição de alimentos, PDVAL. E não foi capaz de enfrentar algo muito crítico para toda a sociedade: o descontrole da criminalidade e a debilidade das políticas de segurança cidadã.
O PSUV já havia reconhecido parcialmente suas debilidades e dificuldades: a maior parte dos deputados e deputadas atuais não foram apresentados como candidatos. O partido apostou em lideranças joves e alguns representantes de movimentos sociais, todos eleitos pela base.
O fato de a oposição ter alcançado 52% dos votos é um alerta para o projeto político da Revolução Bolivariana, tendo em vista as eleições municipais de 2011 e talvez o pleito presidencial do ano seguinte. Talvez esteja na hora de retomar a aplicação dos três “Rs” propostos pelo presidente Chávez em 2007: Revisar, Retificar e Reimpulsionar.
–
Julio Fermín é membro da Equipe de Formação, Informação e Publicações (EFIP), de Caracas. Foi um dos animadores do Fórum Social Mundial 2006, capítulo Venezuela. É colaborador da Agência ALAI, onde este texto foi originalmente publicado.
(Le Monde Diplomatique)
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– 27/09/2010Posted in: Capa
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Por Júlio Fermin
Ainda antes de se realizarem as eleições para a Assembleia Nacional da Venezuela, quase todos os analistas políticas concordavam sobre sua importância. Estava certo, também que o resultado seria um parlamento mais plural
Nas eleições legislativas anteriores, realizadas em 2005, a oposição retirou-se, argumentando suposta falta de garantias democráticas. Mais tarde, os opositores reconheceram que foi um grave erro político, devido ao qual se autoexcluíram do que é, em qualquer país, o cenário principal do debate político.
Além disso, as eleições do domingo (26/9) romperam também o paradigma dos processos eleitorais que tradicionalmente não mobilizam a cidadania. Pela segunda vez, ocorreram separadas do pleito presidencial. Na ocasião anterior, em 2005, apenas 25,26% dos eleitores compareceram.
Desta vez, estavam convocados 17 milhões de venezuelanos e venezuelanas. A participação foi maciça, um índice superior a 65%. Ainda que distante dos processos eleitorais dos anos 1960 a 1980, quando a participação superava os 90%, o número é expressivo. Nos últimos onze anos de processo bolivariano, o sistema eleitoral teve de suportar duros ataques e questionamentos da oposição, que repercutiram na participação do eleitorado.
São inúmeros os testemunos de observadores nacionais e internacionais em favor do sistema eleitoral venezuelano, considerado um dos mais avançados do mundo. Em parte, devido a sua automatização, próxima de 100%, mas também graças à participção de milhares de pessoas, tanto das organizações políticas quanto dos meios de informação, funcionários de todos os poderes, incluindo o organizmo eleitoral. Além disso, deve-se levar em conta a participação cidadã, já que os coordenadores de centros eleitorais e membros das mesas coleta dos votos são cidadãos escolhidos por sorteio, antes de cada processo eleitoral.
O que estava em jogo para as forças da Revolução bolivariana
Nestas eleições, elegeram-se 165 deputados e deputadas, numa eleição que combinou disputa nominal e por lista. Ou seja, elegeram-se deputados por nome e sobrenome nas 87 circunscrições eleitorais, enquanto outro grupo foi escolhido por partido ou organização política, de forma proporcional à população da zona eleitoral. Também foram eleitos deputados ao parlamento latinoamericano y representantes indígenas para a Assembleia Nacional.
Ela é um órgão fundamental no sistema democrático venezuelano. Entre suas funções principais encontram-se, além de exercer controle sobre o Executivo, eleger e designar os magistrados que integram o Tribunal Supromo de Justiça (TSJ); dos dirigentes do Conselho Nacional Eleitoral; e dos membros do Poder Cidadão: Defensor do Povo, Controlador Geral da República e Fiscal Geral da República.
No entanto, nesta eleição as metas das forças políticas em disputa iam além de obter maioria.
O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), em aliança com o Partido Comunista (PCV), tinha como ponto de honra alcançar a maioria qualificada. Ou seja, um mínimo de 110 deputados e deputadas (2/3 do total), que lhe permitiriam, entre outras coisas, remover magistrados do TSJ; nomear os membros do Poder Eleitoral e Poder Cidadão; convocar uma Assembleia Nacional Constituinte e promover reformas constitucionais. Também se exigem pelo menos 99 deputados (3/5 do total) para aprovar um voto de censura ao vice-presidente e votar as Leis Orgânicas.
O avanço da oposição
De sua parte, a oposição, qualquer que fosse o resultado, obteria representação no palco tradicional para o debate político do país.
Para esta eleição, os distintos partidos opositores, que separados não superam 10% das intenções de voto, propuseram-se alcançar a “unidade perfeita” não obtida em processos anteriores. Para tanto, formaram uma frente, denominda Mesa de Unidade Democrática (MUD). Escolheram candidatos únicos para cada zona eleitoral – embora cada partido disputasse por sua própria legenda o voto proporcional.
Não se pode deixar de destacar este fato, que significa algo mais que mera estratégia eleitoral. Por um lado, a oposição “assume a institucionalidade”, ou seja, reconhece a legitimidade do sistema político venezuelano e valida o sistema eleitoral, que em outras ocasiões procurou desqualificar. Assume, ao mesmo tempo, a condição de porta-voz de setores da população que nutrem certo descontentamento com as políticas do governo. Mas este fato pode ter efeito positivo sobre a qualidade do debate político e o exercício de controle social sobre as políticas públicas.
Ainda que esta fato não tenha diso destacado no processo, a maior parte dos governadores e prefeitos compreendeu a necessidade de orientar suas políticas, de maneira prioritária, para a inclusão social dos setores mais pobres, assim como debater prioritariamente temas como alimentação, educação e saúde. Ao fazê-lo, alinharam-se de algum modo com as políticas do Executivo. Neste processo, muitos dos governantes estaduais e municipais participaram ativamente na campanha, na condição de militantes partidários, ainda que criticassem a participação do presidente Chávez, presidente do PSUV.
Tendências e resultados
Com grande atraso, após as 2 da madrugada de 27 de setembro, o Conselho Nacional Eleitoral anunciou os primeiros resultados, que dão 91 deputados ao PSUV (muito menos que o partido esperado), 59 à oposição (também menos que o esperado) e 2 deputados para o Partido Pátria para Todos (PPT). Em consequência, será preciso chegar a acordos, para aprovar leis orgânicas e produzir outras decisões.
Ao observar os resultados totais, haverá duas maneiras de analisá-los: a) o PSUV ganhou em 18 estados; b) A oposição obteve 52% dos votos totais. A realidade é que o PSUV já não terá a maioria absoluta. A votação para o Parlamento Latinoamericano resultou em 43% de votos para o PSUV e 45% para a MUD.
Os resultados confirmam uma tendência que vem se desenvolvento nas eleições desde 2007.
O eleitorado comporta-se de maneira distinta quando está em jogo a figura presidencial. Nos pleitos que envolvem referendo revogatório de mandatos, eleição presidencial, ou a emenda recente que permite a reeleição contínua, os venezuelanos participam maciçamente e cerca de 60% posicionam-se ao lado de Chávez. Já nas eleições parlamentares, de governadores, prefeitos, etc, a situação muda e a tendência é mais dispersa.
Este fenômeno configura-se de maneira clara a partir de 2007. Nesta eleição, como se recorda, as forças políticas que apoiam o presidente Chávez propuseram a Reforma Constitucional e perderam pela primeira vez nas urnas, por uma margem muito estreita (inferior a 1%).
Já no ano seguinte, nas eleições para governadores, prefeitos e conselhos legislativos regionais, a aliança vermelha continuou obtendo a maioria da votação nacional – mas os números começaram a se reverter em favor da oposição. No Distrito Federal e nos Estados de Zulia, Miranda, Lara, Carabobo, Anzoátegui e Táchira – onde estão as cidades mais populosas – foram eleitas autoridades de organizações opositoras.
Agora, o PSUV recuperou-se no Distrito Federal, Lara e Carabobo, obtendo a maioria dos postos em disputa. No entanto, em outros casos a tendência repetiu-se ou se ampliou. Por exemplo, em Zulia a oposição elegeu 13 deputados, de 15 possíveis.
Por um lado, assim a oposição tende à convergência, que se concretizou na Mesa de Unidade Democrática. Já as forças políticas da revolução bolivariana têm se dispersado, à medida em que o tempo passa. A Assembleia eleita em 2005 era 100% favorável ao processo político impulsionado por Chávez. Agora, o PSUV só mantém o apoio do Partido Comunista da Venezuela. Sua divisão mais recente é a fundação do PPT, que aposta na despolarização e quer se converter no fiel da balança.
Por fim, o governo bolivariano, apesar das debilidades e erros da oposição, está sempre sabotando a si mesmo. Sofre a falta de eficiência e eficácia na gestão pública, como demonstrou a escassez de energia elétrica. Embora poucos, os casos conhecidos de corrupção administrativa foram muito significativos – como o que se deu na empresa estatal de produção e distribuição de alimentos, PDVAL. E não foi capaz de enfrentar algo muito crítico para toda a sociedade: o descontrole da criminalidade e a debilidade das políticas de segurança cidadã.
O PSUV já havia reconhecido parcialmente suas debilidades e dificuldades: a maior parte dos deputados e deputadas atuais não foram apresentados como candidatos. O partido apostou em lideranças joves e alguns representantes de movimentos sociais, todos eleitos pela base.
O fato de a oposição ter alcançado 52% dos votos é um alerta para o projeto político da Revolução Bolivariana, tendo em vista as eleições municipais de 2011 e talvez o pleito presidencial do ano seguinte. Talvez esteja na hora de retomar a aplicação dos três “Rs” propostos pelo presidente Chávez em 2007: Revisar, Retificar e Reimpulsionar.
–
Julio Fermín é membro da Equipe de Formação, Informação e Publicações (EFIP), de Caracas. Foi um dos animadores do Fórum Social Mundial 2006, capítulo Venezuela. É colaborador da Agência ALAI, onde este texto foi originalmente publicado.
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